MUDA ESPADA DE SÃO JORGE VARIEGATA (Sansevieria Trifasciata)

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MUDA ESPADA DE SÃO JORGE (Sansevieria Trifasciata)

 

Escultural e maravilhosa, é rústica e nunca sai da moda, pois é muito decorativa e de fácil cultivo.
 

Nome popular: Espada-de-são-jorge

Nome científico: Sansevieria trifasciata

Família: Asparagaceae

Origem: África

Ciclo de vida: perene

Folha: Suas folhas São eretas em forma de espada, tem listras horizontais de cor branca-esverdeada, acinzentadas em ziguezague.

Crescimento da planta: Herbácea de resistência extrema, excelente para jardins de baixa manutenção. No entanto seu crescimento é um pouco lento. Altura: 0.4 a 0.6 metros, 0.6 a 0.9 metros.

Frutos: não da frutos

Quando da flores: inverno

Flores: As flores brancas não tem importância ornamental.

Como adubar essa planta: ➜ No plantio adicione adubo animal de curral bem curtido e composto orgânico na terra do canteiro. ➜ Para manutenção adubar anualmente dissolvendo uma colher de sopa do adubo granulado NPK 10-10-10 em cerca de 2 litros d’água, e utilizar essa mistura para regar a planta.

Como regar essa planta: Suporta solo mais seco e pode ser regado 1 vez por semana, deixando o solo secar entre regas.

Vai em qual clima: Equatorial, Subtropical, Tropical

Aceita poda? - Poda não necessária, se as touceiras atingirem dimensões indesejadas, faça o replantio dividindo.

Vai na sombra? - Meia Sombra, Sol Pleno

Altura das mudas: 40 cm a 50 cm

Pragas: Pragas Os maiores problemas relatados são as lagartas de mariposas e tripes, que podem invadir as estufas a partir de plantas infestantes que possam estar próximas. As lagartas podem ser detectadas pela presença de seus excrementos ou pelo dano que causam, como grandes buracos no centro ou ao longo das bordas das folhas. Já os danos provocados por tripes podem ser folhas enroladas e distorcidas, com cicatrizes cinza-prateado ou calosidades onde o inseto se alimentou; além disso, tripes podem transmitir viroses para muitos espécimes ornamentais (HENLEY et al., s.d.). Doenças Entre as doenças observadas em sanseviérias, destacam-se as manchas foliares causadas pelos fungos Fusarium, Colletotrichum e Sclerotium. Os sintomas causados por Fusarium moniliforme podem surgir, inicialmente, em folhas mais novas. A infecção somente ocorre quando as plantas estão úmidas e os esporos presentes (HENLEY et al., s/d). MEJIAS & RUANO (1990) acrescentam que baixas temperaturas também favorecem o crescimento desse fungo. Os sintomas são manchas foliares irregulares, deprimidas, marrom-avermelhadas e, freqüentemente, com bordas amarelas. Se as condições favoráveis ao desenvolvimento do fungo se mantiverem, as lesões podem coalescer e a infecção, espalhar-se até o meristema. O problema pode manter-se apenas em algumas plantas se a umidade for diminuída e a planta, pulverizada com fungicidas (HENLEY et al., s.d.). PITTA et al. (1990) relataram a ocorrência de plantas afetadas por Colletotrichum gloesporioides com lesões caracterizadas por manchas foliares deprimidas e de bordos nítidos, pardo-escuras, com massas rosadas ao centro, características de seus conídios, cuja disseminação se faz principalmente mediante a água de irrigação. Esse fungo pode ser controlado pela aplicação de fungicidas à base de oxicloreto de cobre, benomyl ou mancozeb, além da eliminação das plantas doentes. Patógenos como Sclerotium rolfsii podem atacar praticamente a planta toda, mas são mais freqüentemente encontrados em folhas. Inicialmente, os sintomas são caracterizados por encharcamento, lesões necróticas próximas ou exatamente na linha do solo. Um micélio branco pode ser encontrado crescendo na superfície do solo ou sobre as folhas. No início, os esclerócios têm aspecto branco e cotonoso, com o tamanho de uma semente de mostarda. Torna-se, então, de aspecto bronzeado e endurecido, podendo ocasionar murcha e podridão da haste. Esses sintomas também podem aparecer em mudas, nos meses do verão (HENLEY et al., s.d.). As plantas também podem ser afetadas pela bactéria Erwinia, cujo sintoma começa pelo apodrecimento da base das folhas, podendo destruir toda a planta (MEJIAS & RUANO, 1990). A incidência de Erwinia carotovora apresenta-se como uma podridão mole na parte mais baixa da muda. Às vezes, as plantas podem apresentar um forte odor, semelhante ao de peixes nas porções apodrecidas, característica comum do ataque dessa bactéria. O método de controle mais adequado é a diminuição da quantidade de água nas folhas e medidas sanitárias rigorosas na propagação. Os bactericidas são pouco eficientes e, por isso, não recomendados (HENLEY et al., s.d.).

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